Hoje, afogo-me...
Afogo-me em reminiscências hostis,
Em clarões retumbantes do desalento.
Há tanto a ser cumprido, mas nada a ser concluído.
O fim recente não representou paz - para os que permanecem em prantos.
Revolto-me!
Rogo aos céus cinzentos e úmidos a minha ira silenciosa!
Impiedosa...
Recolho-me
Clamo piedade diante do grito estridente de uma tempestade qualquer:
"Dai-nos a paz".
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